quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Maioria afirma que Dilma é candidata dos pobres, e Aécio, dos ricos, diz Datafolha

Pesquisa Datafolha mostra que a maioria dos eleitores brasileiros acredita que Dilma Rousseff (PT) é quem mais defenderá os mais pobres, e Aécio Neves (PSDB), os mais ricos.
Segundo levantamento divulgado na segunda-feira (20), 57% dizem que Dilma é quem mais defenderá os mais pobres, contra 26% que apontam Aécio. Outros 3% acreditam que os dois defenderão os mais pobres, e 8% afirmam que nenhum dos dois. Além disso, 6% dizem que não sabem.
A pesquisa mostra ainda que 56% dos entrevistados acreditam que o candidato do PSDB é quem mais defenderá os mais ricos se for eleito, contra 17% que citam a candidata do PT. Outros 7% afirmam que os dois defenderão os mais ricos, e 7% que nenhum dos dois. Além disso, 12% não sabem.
Em relação à violência, 41% dos eleitores acreditam que Aécio Neves é o mais preparado para combater o problema, contra 36% que citam Dilma Rousseff. Para 2%, os dois estão preparados, e para 13%, nenhum dos dois. Outros 8% não sabem.
Sobre a saúde, os entrevistados se dividiram: 41% apontaram o tucano como o mais preparado para cuidar da área, enquanto 40% disseram que é a petista. Para 3%, os dois estão preparados, e para 9%, nenhum dos dois. Outros 7% não souberam.
Dilma leva vantagem em relação à educação e à economia. Para 44%, a petista é a mais preparada para cuidar da educação, contra 40% que citam Aécio. Mesmo percentual (44%) diz que Dilma está mais preparada para manter a estabilidade econômica, enquanto Aécio soma 40%.
Na educação, a pesquisa mostra ainda que 3% acreditam que os dois estão preparados para cuidar da área, contra 7% que dizem nenhum. Outros 6% não sabem. Na economia, 2% destacam que os dois têm condições de manter a estabilidade. Para 7%, nenhum dos dois. Outros 7% não sabem.
A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "Folha de S.Paulo". O Datafolha ouviu 4.389 eleitores no dia 20 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01140/2014.

NOVA PESQUISA CONFIRMA LIDERANÇA DE DILMA


Pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira, dia 22, aponta os seguintes percentuais de votos válidos no segundo turno da corrida para a Presidência da República:

Dilma Rousseff (PT): 52%
Aécio Neves (PSDB): 48%

De acordo com o Datafolha, na reta final da eleição, os candidatos continuam empatados, no limite da margem de erro, de dois pontos percentuais para mais ou para menos. No levantamento anterior do instituto, divulgado na última segunda-feira, dia 20, o resultado foi o mesmo: Dilma tinha 52%, e Aécio, 48% dos votos válidos.

VOTOS TOTAIS - Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:

Dilma Rousseff (PT): 47%
Aécio Neves (PSDB): 43%
- Em branco/nulo/nenhum: 6%
- Não sabe: 4%

Segundo o Datafolha, 82% dos eleitores de Dilma acham que a presidente será reeleita. Entre os eleitores de Aécio, 78% acham que o tucano será o vencedor neste segundo turno.

O Datafolha ouviu 4.355 eleitores no dia 21 de outubro em 256 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01160/2014.

SEGMENTOS SOCIAIS - Nos segmentos sociais, a pesquisa confirma avanços da petista entre as mulheres, que tem a preferência de 47%; e no grupo das pessoas que recebem entre dois e cinco salários mínimos, com 45% de preferência. No Sudeste, Dilma tem a preferência de 40% dos eleitores entrevistados.

O instituto ainda perguntou se o eleitor tem grande interesse pela eleição e 50% responderam sim, contra 39% do registrado no fim de agosto.

Com informações do G1, em São Paulo.

Caminhada pelo Recife encerra agenda de Lula e Dilma em Pernambuco


Uma caminhada pelas ruas do Centro do Recife encerrou a maratona de agendas que a presidente e candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) teve em Pernambuco durante esta terça-feira (21). Ela chegou ao Parque 13 de Maio por volta das 18h30, onde militantes já a aguardavam.

Dilma veio acompanhada do ex-presidente Lula e dos senadores Humberto Costa (PT) e Armando Monteiro Neto (PTB), que concorreu ao governo do estado, este ano, com apoio dela. A vereadora do Recife, Marília Arraes (PSB), prima do ex-governador Eduardo Campos (PSB), também estava presente, assim como os deputados federais João Paulo (PT), Paulo Rubem (PDT) e a deputada federal eleita Luciana Santos (PCdoB).


O grupo seguiu pela Avenida Conde da Boa Vista em carro aberto. O destino foi a Praça da Independência, conhecida como a pracinha doDiario. Da sacada dos prédios, muitos moradores jogaram papéis picados a medida que o cortejo passava.

Diversos carros de som tocaram jingles. Os ônibus de linha que circulam pela Conde da Boa Vista ficaram parados, provocando uma enorme fila de veículos engarrafados. Em um deles, o motorista decidiu sair do ônibus e começou a dançar em cima do coletivo.

Ao chegar na pracinha do Diario, a candidata fez um discurso. Dilma disse que está enfrentando a mais aguerrida disputa presidencial. Ela também afirmou que há muitas coisas a serem feitas no Brasil, mas o governo está no rumo certo. "Temos que melhorar a educação, segurança e saúde. Mas hoje esse país não se ajoelha diante do Fundo Monetário Internacional."

Ainda enquanto a presidente fazia o percurso, o ex-prefeito do Recife, João Paulo (PT) falou para a multidão na pracinha. Ele fez muitas críticas ao PSDB e ressaltou projetos sociais do PT. Reclamou que apenas os “ingratos” e “traidores” não reconhecem o que Lula e Dilma fizeram por Pernambuco. O deputado Paulo Rubem (PDT) também discursou e pediu mobilização nos últimos dias de campanha.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Nordeste: Dilma tem 64% e Aécio, 27%, aponta Datafolha

O Nordeste continua sendo a região do País onde a presidente Dilma Rousseff (PT) tem a melhor votação contra o senador mineiro Aécio Neves (PSDB), aponta a pesquisa Datafolha divulgada nessa segunda-feira (20). Na região, Dilma tem 64% das intenções de voto, contra 27% de Aécio.
A diferença é maior que a do último levantamento, divulgado no dia 15, quando a petista aparecia com 61% e o tucano tinha 29%. Logo após a eleição, no dia 9, Dilma tinha 60% e Aécio marcava 31%.
NACIONAL – Nacionalmente, Dilma Rousseff apareceu a frente na pesquisa com 52% das intenções de voto, contra 48% de Aécio Neves. Apesar do empate técnico, o cenário é bom pelo PT porque, pela primeira vez, a presidente aparece na frente. Nos dois levantamentos anteriores, Aécio tinha 51% e Dilma, 49%.
Nesta terça-feira (21), Dilma estará em Pernambuco para fazer campanha ao lado do ex-presidente Lula (PT). O Estado é o único no Nordeste onde ela não venceu no primeiro turno, perdendo para a ex-senadora Marina Silva (PSB).

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Dilma tem 52%, e Aécio, 48% dos votos válidos

Pesquisa Datafolha divulgada nesta segunda-feira (20) aponta os seguintes percentuais de votos válidos no segundo turno da corrida para a Presidência da República:
- Dilma Rousseff (PT): 52%
- Aécio Neves (PSDB): 48%

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "Folha de S.Paulo".
De acordo com o Datafolha, na reta final da eleição, os candidatos continuam empatados, no limite da margem de erro, de dois pontos percentuais para mais ou para menos, mas Dilma aparece pela primeira vez numericamente à frente de Aécio em um levantamento feito após o primeiro turno.
No levantamento anterior do instituto, divulgado no dia 15, Aécio tinha 51% e Dilma, 49%.
Votos totais
Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:

- Dilma Rousseff (PT): 46%
- Aécio Neves (PSDB): 43%
- Em branco/nulo/nenhum: 5%
- Não sabe: 6%

Na margem de erro, os candidatos estão empatados tecnicamente.
O Datafolha ouviu 4.389 eleitores no dias 20 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01140/2014.

Dilma e Aécio baixam tom em debate da Record

A presidente Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) baixaram o tom no penúltimo debate antes do segundo turno das eleições, depois de um confronto bastante agressivo na última quinta-feira, procurando usar desta vez suas propostas como munição contra o adversário.
No duelo de domingo, realizado pela TV Record, a presidente insistiu em comparar os 12 anos de governo do PT com o período de governo federal do PSDB, enquanto o tucano lançou uma série de críticas aos quatro anos da petista no comando do país.
No lugar episódio em que Aécio foi parado por uma blitz da Lei Seca ou de acusações de que o irmão de Dilma foi um funcionário fantasma da prefeitura de Belo Horizonte, temas que marcaram o debate anterior, dessa vez os presidenciáveis preferiram tratar de assuntos como gestão pública e economia.
As denúncias de irregularidades na Petrobrás, no entanto, voltaram a ser um dos pontos dominantes, ainda que Aécio não tenha centrado tanto fogo nesta questão como em encontros anteriores.
Em uma de suas abordagens, o tucano pressionou a presidente sobre o papel do tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, apontado pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa como um dos destinatários de recursos que teriam sido desviados da estatal. 
Aécio teve de Dilma a resposta costumeira, de que seu governo permite investigações e a acusação de que as gestões tucanas não investigam e "engavetam".
Em sua tática de comparar a era petista com os anos FHC, Dilma rebateu as críticas de Aécio à política econômica lembrando o período em que o país teve de recorrer a empréstimos do Fundo Monetário Internacional.
O tucano citou dados do FMI que apontam que a economia brasileira crescerá somente 0,3% neste ano e a petista contra-atacou acusando-o de pessimista e ironizando a fonte usada pelo adversário.
"Eu sei que o senhor acredita no Fundo Monetário Internacional, até porque, vocês sempre recorreram a ele quando necessário", cutucou a presidente.
Dilma chegou a afirmar que Aécio não podia "lavar as mãos" em relação ao governo FHC quando o tucano disse que "ainda" não governou o Brasil em resposta às comparações feita pela rival.
Aécio, por sua vez, cobrou por diversas vezes mais "gestão" e "governança" da presidente e criticou uma declaração de Dilma que disse ser "inequívoco" que a inflação está sob controle.
 O tucano citou como um dos exemplos de falta de gestão e governança o que chamou de "números pouco confiáveis" do governo petista. De acordo com ele, resultado do aparelhamento de instituições como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e o Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea) que, na avaliação do tucano, "perderam credibilidade".
 "A candidata acaba de dizer que a Petrobrás vai muito bem, obrigado. Eu acho que ela vai muito mal", disse Aécio, antes de prometer que vai "profissionalizar" a estatal, assim como os bancos públicos, os quais ele prometeu fortalecer se vencer a eleição no dia 26.
DISTENSÂO
Tanto a presidente como o tucano reconheceram que a discussão foi diferente no encontro da Record, ainda que tenha sido um encontro duro.
"Eu considero que foi um debate propositivo e de muito melhor nível", disse Dilma após o encontro.
Aécio foi na mesma linha e aproveitou para criticar a estratégia petista de comparar as gestões do PT com o período do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. 
"Eu acho que é isso que as pessoas esperam, propostas. E eu vou continuar sempre tentando falar do futuro. A candidata prefere sempre uma comparação com o governo de muitos anos atrás", disse.
A avaliação de que o debate de domingo representou uma distensão em relação ao duelo anterior também ecoou entre integrantes das duas campanhas, embora cada uma delas tenha buscado jogar no rival a responsabilidade pelo agressivo duelo da última quinta-feira.
"Ele chegou ao debate anterior muito nervoso", disse o ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante em um dos intervalos se referindo a Aécio. "Mas ele está com dificuldade de manter o nível, porque sempre que a gente compara o nosso governo com o do Fernando Henrique, a gente cresce."
Já para o candidato a vice na chapa de Aécio, senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), a agressividade partiu de Dilma.
"Este debate está melhor", avaliou ele. "Ela (Dilma) não veio com a agressividade do debate anterior. No debate anterior ela veio com uma disposição selvagem de atacar, e recebeu o troco adequado."
 Aécio e Dilma terão seu último duelo na próxima sexta-feira no debate da TV Globo.

Adolescente é agredida com pedrada e sofre abuso

Uma adolescente de 16 anos desmaiou ao ser atingida por uma pedrada na cabeça, em São Bento do Una, Agreste pernambucano, na noite de sábado (18). Quando acordou, ela afirma que estava sendo abusada e aponta como suspeito o primo de 27 anos, que estaria embrigado.
A polícia informa que, quando a moça conseguiu se livrar do homem, pediu socorro em uma residência próxima e foi levada para o hospital do município. Da unidade, a Polícia Militar foi acionada e prendeu o suspeito em flagrante. Ele ficará à disposição da Justiça no Presídio Desembargador Augusto Duque, no município de Pesqueira.
A moça foi levada ao Hospital Agamenon Magalhães, no Recife. O abuso foi registrado pela Delegacia Regional de Polícia Civil de Belo Jardim e será acompanhado pela delegacia do município onde houve o caso.